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| PRAÇA DA ESTAÇÃO |
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A criação da Praça da Estação coincide com a fundação de Belo Horizonte no final do século XIX. Antes mesmo da inauguração da capital, a região nas proximidades da Estação já apresentava quarteirões em formação, com restaurantes e edificações novas atraindo ao local um movimento regular de transeuntes.
A Estação Central era, desde os tempos inaugurais da nova capital, uma importante referência urbana. Constituía-se o pórtico da cidade, o lugar de recepção e despedida das pessoas que vinham conhecer as inovadoras obras arquitetônicas e urbanísticas que estavam sendo construídas no interior do país.

Fotografia "Panorama de Bello Horizonte - Minas Gerais" com a Praça da Estação à direita
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1894 | 1922 | 1980 | 1995 |
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1995
Licitação pela Prefeitura, para a elaboração de projeto urbanístico de recuperação da área da Praça Rui Barbosa. Venceu a equipe de arquitetos da firma BGL, que foi então contratada para desenvolver as soluções propostas.
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1996
Depredação das estátuas femininas - as ninfas das fontes do lago da Praça da Estação. Devido aos protestos contra a destruição e o abandono da praça, abre-se concorrência para o financiamento de sua reforma, em troca do direto da exploração de um estacionamento subterrâneo a ser ali construído. Por não lograr êxito, põem-se em prática outras alternativas, como uma feira semanal de artes, artesanatos e variedades. |
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1997
Centenário de Belo Horizonte. Depois de cem anos, a Praça da Estação transfigurada, passa a receber diariamente milhares de passageiros, que chegam e partem apressados nos vagões do metrô, ou aguardam nas filas dos vários terminais de ônibus ali existentes.
Inauguração das obras de restauração do prédio da antiga Serraria Souza Pinto, que passa a funcionar como espaço para a realização de eventos e de uso cultural diversificado.
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Serraria Souza Pinto
antes e depois das
obras de restauração
Acervo IEPHA/MG |
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1998
Tombamento municipal do Conjunto Urbano da Praça Rui Barbosa e Adjacências, aprovado pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural de Belo Horizonte.
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1999
Liquidação da Rede Ferroviária Federal, proprietária de uma grande área junto à praça. Prefeitura, IEPHA/MG e IAB/MG se unem na tentativa de preservar a ambiência ali existente.
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2000
Divulgação do projeto da empresária Angela Gutierrez, de instalação, na área da Praça Rui Barbosa, de um Museu de Artes e Tradições Populares.
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Outono, escultura do conjunto
das quatro estações do ano que integrava o paisagismo original da Praça da Estação |
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2001
Realização do fórum Quatro Estações, promovido pela Prefeitura: reunião de propostas em um único plano específico para a região atravessada pelo Ribeirão Arrudas, no trecho que vai do Parque Municipal, passando pela Praça Rui Barbosa, até o Terminal Rodoviário, onde se localizam quatro estações de transporte público, inclusive a Estação Central.
Desaparecimento da escultura representativa da estação Outono, anteriormente transferida da Praça Rui Barbosa para a Praça Afonso Arinos, de onde foi furtada. Ainda não foi encontrada.
Instalação da Secretaria Municipal de Cultura no Edifício Chagas Dória, na rua Sapucaí com Avenida Assis Chateaubriand. |

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Detalhe da fachada
do prédio da Estação
Central do Brasil,
restaurado em 2002 |
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2002
Execução das obras de recuperação do Viaduto da Floresta.
Instalação do Museu de Artes e Ofícios na Praça Rui Barbosa, ocupando os prédios restaurados das antigas estações das estradas de ferro Central do Brasil e Oeste de Minas. |
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1894 | 1922 | 1980 | 1995 |
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